A ternura, que nos une
tem o cheiro a terra molhada...
Nossos pensamentos entrelaçam-se
como o ar, que existe na água...
A entrega do nosso olhar é a
sublimação de dois seres num... só!
A construção dum desejo tem o ritmo
do arfar unido...
A descoberta dum desafio encarna
o "toro" entrelaçado de dois seres eternos...
Pensamentos partilhados, desabafo virtual, e qualquer coisa mais que me vá na alma.
2012-05-26
2012-01-12
para o itinerante...
um milagre...
http://www.youtube.com/watch?v=gOfvZprxmy0&feature=player_embedded#!
partilho com um sorriso
uma nuvem....
um pôr do sol...
uma planície, onde nos deitamos e escutamos as conversas do vento
o marulhar das ondas
o pilrear dos cucos
as folhas que contam estórias
do mundo
por entre os duendes, que tropeçam nos nossos dedos
voando com as letras...
dos sussurros que escutas
numa entrega
com as raízes
com o cheiro da terra molhada, ensolarada...
http://www.youtube.com/watch?v=gOfvZprxmy0&feature=player_embedded#!
partilho com um sorriso
uma nuvem....
um pôr do sol...
uma planície, onde nos deitamos e escutamos as conversas do vento
o marulhar das ondas
o pilrear dos cucos
as folhas que contam estórias
do mundo
por entre os duendes, que tropeçam nos nossos dedos
voando com as letras...
dos sussurros que escutas
numa entrega
com as raízes
com o cheiro da terra molhada, ensolarada...
2011-05-22
As escarpas da caminhada contavam-me
histórias e mais histórias ...
o percurso tornava-se da cor da terra,
o cheiro embebia-se no meu sangue,
salpicando de energia
meu olhar...
escutava o suave ondular dos ramos,
que cantavam por cima de mim...
o fresco rio serpenteava,
seduzindo-me para que o seguisse...
18.05.2011
nasceu um borbulhar
cuja narração
floreava por mim...
esculpiu-se o lótus
dum âmago partilhado
entre a minha cúspide
e as batalhas semeadas
o cúmulo ergue-se...
relembro o companheiro
de luta
em cuja espada
me deleito...
um dia com nuvens....
O sol escondeu-se por entre raios e corriscos…
guardando as suas forças para campanhas
do amanhã…
O vento trouxe um sopro de angústia e fúria…
devastando mares, florestas
caminho sem tréguas…
até as montanhas me abrirem
os seus braços confortantes,
onde me declino,
refugio-me
no cavaleiro do mundo…
A batalha tem outro rosto depois…
diluído na entrega
deixando de ser EU!...
18.05.2011
a maior comunhão que me permito
viver...
a que me envolve, e só a mim...
ao trazer o outro para o meu ventre...
renasço como a fonte na encosta
como o grito do vulcão...
como o piar do mocho na noite...
como a estrela que nasce na galáxia...
sorvendo o olhar do outro...
encontro-me por entre os traços solares...
e dissolvo-me no seu ser...
2011-05-14
Florescendo por ramos azuláceos...
Pairando por vales dançantes,
escusando vontades perenes...
Deixa-me raízes com sede da descoberta...
tal corrente humedecida por salpicos pulsantes dum
grito perfumado a solo
granjeado de corpos salteados por suores...
04.05.2011
por entre labirintos
cruzantes de angústia
transformados em sopros de azul...
estonteantes descobertas
trazendo-me a incerteza no caminhar...
torneando-me
encosto a palma da mão...
no meu cerne
que pulsa
seguindo o meu arfar...
não soltando o meu ser
dum oceano de estrelas...
Pairando por vales dançantes,
escusando vontades perenes...
Deixa-me raízes com sede da descoberta...
tal corrente humedecida por salpicos pulsantes dum
grito perfumado a solo
granjeado de corpos salteados por suores...
04.05.2011
por entre labirintos
cruzantes de angústia
transformados em sopros de azul...
estonteantes descobertas
trazendo-me a incerteza no caminhar...
torneando-me
encosto a palma da mão...
no meu cerne
que pulsa
seguindo o meu arfar...
não soltando o meu ser
dum oceano de estrelas...
Matar um ego...
Matar um ego é um desafio tumultuoso...
deitar-me em lágrimas é minha veste de hoje...
O encoberto traz-me abandono, em que me entrego...
a segurança duma luz no meu ser é uma fortaleza...
06.05.2011
trazer-me a mim através
dos meus olhos...
amando-me como uma entrega única...
é uma construção excêntrica e peculiar...
despir-me de vestes
tão pesadas
que me impedem de voar...
a delícia alegre
da doce ternura
que sei viver como ninguém o faz
é uma escolha partilhada comigo
e só comigo...
deitar-me em lágrimas é minha veste de hoje...
O encoberto traz-me abandono, em que me entrego...
a segurança duma luz no meu ser é uma fortaleza...
06.05.2011
trazer-me a mim através
dos meus olhos...
amando-me como uma entrega única...
é uma construção excêntrica e peculiar...
despir-me de vestes
tão pesadas
que me impedem de voar...
a delícia alegre
da doce ternura
que sei viver como ninguém o faz
é uma escolha partilhada comigo
e só comigo...
2011-05-06
a Tara, Geoff's daugther
os raios solares que te tocam
pela manhã...
chegam-te com a ternura
que escondes.
A revolta embevecida
pelo sorriso
e gentileza
constrói-te os girassóis
a ansiedade falou-te...
...caminho escutaste
sensatas flores!
as ondas do mar
novas e frescas
acariciam-te o rosto
como as palavras
que escondes no teu coração.
Amanhã...
as gaivotas contam-te as novas...
os corvos narram amarguras...
os falcões sussurram-te as lutas...
e,
os pintassilgos as histórias de amor!
A coroa de flores
cresceu entre os teus cabelos
como na princesa adormecida
por ti...
Aleluia,
frágil petúla que amas!
Aleluia,
pela busca de hoje!
Aleluia,
que cantas a Alegria!
15/16 Dez 1992
pela manhã...
chegam-te com a ternura
que escondes.
A revolta embevecida
pelo sorriso
e gentileza
constrói-te os girassóis
a ansiedade falou-te...
...caminho escutaste
sensatas flores!
as ondas do mar
novas e frescas
acariciam-te o rosto
como as palavras
que escondes no teu coração.
Amanhã...
as gaivotas contam-te as novas...
os corvos narram amarguras...
os falcões sussurram-te as lutas...
e,
os pintassilgos as histórias de amor!
A coroa de flores
cresceu entre os teus cabelos
como na princesa adormecida
por ti...
Aleluia,
frágil petúla que amas!
Aleluia,
pela busca de hoje!
Aleluia,
que cantas a Alegria!
15/16 Dez 1992
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