
.....correndo por entre riachos, que sussurram os segredos duma vida e dum corpo, tornando-se num ser?!
......lateralizados os passos, percorreu batalhas vencedoras, cujos gritos silenciosos, ecoam pelas minhas veias...
.....os seus olhos ternos, permanecem no pulsar do meu sangue e as suas mãos deslizam os seus esconderijos, edificando o castelo, que enaltece a sua ufania!
...................nomear os silêncios por entre os dedos, como grãos de areia escorrendo por silvos, transpiram volúpia...
virou-se um barco, porque o rumo era estranho
torneou-se um aeroplano, porque o fugídio sopro...
incorporou-se uma teia, porque a fuga era ali...
numa refrega, a colonização transforma-se em canaviais entoando a fresca essência...
cinturava-se com a águia, cujo grito é o seu!!!!
o abraço tem um rosto adocicado, como o seu calor...
a entrega é como as entranhas dum vulcão!!!
seu surgimento é azul como o seu interior.....





